250 anos de Hermitage : Fatos desconhecidos sobre o museu

Hermitage tem 250 anos. Experiência fantástica para o nosso país, que durante este tempo quatro vezes mudou de nome, três vezes a ordem social e uma vez de capital.

É o bastião de estabilidade para a cidade, que durante os dois séculos e meio, três vezes foi renomeado e voltou ao seu antigo nome. Qualquer aniversário é modesta no meio de um impressionante aniversário do museu, que tornou-se para São Petersburgo em uma empresa principal. Preenchido com reverência, decidimos juntar alguns fatos pouco conhecidos ou esquecidos sobre o Hermitage, para mostrar o que está escondido por trás das portas de armazenamento.

O Altar de Pérgamo

A mais importante depois de mármores do Parthenon do antigo monumento grego, foi levado de Berlin pelas tropas soviéticas em 1945, e de forma secreta foi mantido sob protecção especial no Hermitage até 1954, quando se tornou disponível para os visitantes. Em 1958, por decisão N. С. Khrushchev o altar, juntamente com uma quantidade enorme de outros objetos de artes capturados foi devolvido para a RDA.
E no Hermitage ficou muito bem feita a cópia do altar de gesso, que em 2002 foi dado de presente para Academia de Shtiglitz, onde pode ser visto na galeria de um Grande salão, sob uma cúpula de vidro. Agora, o altar é o principal mostruario em Pergamon-museu, construído especialmente para ele em 1930, na ilha dos museus em Berlim.

Caixa de rape, que matou o Rei

Caixa de rape de ouro do Conde Nikolai Zubov, por causa do impacto na têmpora do Paulo I faleceu de «hemorragia cerebral», pode ser vista na Galeria dos Tesouros Hermitage. Contrariamente à expectativa caixa de rape tem forma oval, no entanto, se acredita em lenda, então imperador foi assasinado com um objeto em forma de quadrado com cantos afiados. Mais o machucadura na superfície de rapé existe, e especialistas de Hermitage preferem não questionar a veracidade da lenda do terrível artefacto.

Gabinete do Diretor

No escritório М. B. Piotrovski, todas as superfícies horizontais estão cheios de álbuns e livros de arte, em lugares de honra tem fotos de famílias Reais, que o visitaram o museu. Sobre a mesa do director, tem o retrato da fundadora do museu Hermitage Catarina II. Nos tempos soviéticos, desde este ponto estava o retrato do V. I. Lenine.

A cerca do Palácio de Inverno

A exuberante cerca de metal, concebida pelo arquitecto R. F. Meltzer, foi instalado em 1899-1901, em torno de seu Próprio jardim, localizado entre o Palácio de Inverno e Almirantado. Após a revolução, o antigo jardim da família imperial tornou-se público, e a cerca com o tempo cercou parque com o nome de 9 de Janeiro, na avenida das Greves, onde aparece de forma incrível e inadequada, rodeada por edifícios construtivo e stalins.

Garagem de Hermitage

Em 1911, no pátio entre o Palácio de Inverno e o Pequeno Hermitage, construiram a garage, para Nicolau II. Сom os tijolos vermelho a cor das paredes da garagem são da mesma cor com as do Palácio de Inverno, no início do século XX. Ele pode ser visto através das janelas da sala do São George. A garagem foi equipado com uma lavagem de carros e aquecedor, como resultado os carros do imperador arrancavam com facilidade mesmo no tempo do inverno.

Vênus não de Таurida

Uma estátua de mármore da deusa do tamanho real (167 cm) é chamado de Vênus de Taurida só porque nos tempos pasados estava num palácio do mesmo nome. No ano de 1719, durante escavações em Roma ela foi encontrada. Depois foi doada no Pedro I pelo papa Clemente XI e se tornou a primeira estátua feminina antiga na Rússia.

Ânfora de Tchortomlyk e Ladrões

A ânfora do século IV antes de nossa era, que foi descoberta durante escavações do monte Tchortomlyk no Dnipro, antes não estava na despensa de Ouro, mais na sala com janelas no primeiro andar do museu. Uma vez os ladrões entraram no Hermitage. Quando o alarme tocou, eles, percebendo que tinham de agir rápido, deitaram a ânfora de prata pela janela, pularam e fugiram. A ânfora ficou na rua, fortemente danificado. Foi restaurada, mais agora não pode ser exibida nas exposições de artes.

O Armazenamento do Traje

Os fardamentos de gala dos imperadores Pedro I até Nicolau II, os vestidos das rainhas, os uniformes dos cortesãos e servos estão guardados no primeiro andar do Palácio de Inverno, ao lado da entrada Комendantsky. Pode-se pensar que os vestidos das rainhas Maria Feodorovna e Alexandra Feodorovna, que chamou a atenção do público na recente grande exposição «Na corte dos imperadores russos», apenas permaneceu na residência real após a revolução, mas não é assim.
Os vestidos foram armazenados no Palácio Anichkov e Palácio de Alexandre, apartir de ai foram parar para o museu Etnográfico. Antes da guerra, em 1941, a partir de museu Etnográfico eles foram transferidos para Departamento de história da cultura Russa no Hermitage.

O Hermitage em Anos de Guerra

No Hermitage, como em todos os grandes museus da Europa na véspera da Segunda guerra mundial, foram supridos montagem de caixas para a evacuação de exposições, e já em 22 de junho de 1941, começou a embalagem de coleções. No Ural em dois trens de carga, foram enviadas mais de um milhão de obras de arte — quase dois terços da coleção do museu. O terceiro trem de carga não teve tempo de partir: a cidade caiu em um bloqueio militar. Em Sverdlovsky (actual Ekaterinburg) as coleções evacuadas foram colocados em vários edifícios, incluindo no porão da antiga casa de um comerciante de Ipatiev, onde foi fuzilado a família real.
Durante a evacuação não desapareceu nem uma peça. No Hermitage os funcionários continuaram o trabalho durante toda a guerra, armazenaram temporáriomente as coleções dos palácios suburbanos e de diferentes instituições de Leningrado, extinguiram os incendios das bombas, que caiam no telhado. Nos porões do museu foram construidos e equipados doze abrigos antiaéreos, onde permanentemente viviam cerca de duas mil pessoas. As câmeras fotográficas dos habitantes da cidade foram confiscadas, e para, entender como eram as salas do museu Hermitage com os esquadros de pinturas vazios e de como as pessoas viviam nos porões, só vendo as imagens V. V. Мilyutina, А. N. Nikolskyi e outros artistas.

A Primeira Evacuação

Todos sabem sobre a evacuação de colecções do Hermitage, nos anos da Grande guerra Patriótica, mais quase esqueceram-se da história da evacuação durante a Primeira guerra mundial. Já no verão de 1914, foi tomada a decisão de evacuação de Petrogrado as insígnias imperiais e de jóias. Após a revolução, eles não voltaram do Kremlin: a maior parte do tesouro foi vendida para os bolcheviques, e os restantes entraram na coleção do Fondo de diamantes. Da mesma maneira dez ovos de páscoa Fabergé foram parar no Palácio do Arsenal do Kremlin.
Na despensa dos Diamantes do Hermitage hoje só se pode ver umas cópias em miniatura das regalias imperial, pela qual Fabergé recebeu um prêmio na Feira de Paris Mundial 1900 e a Ordem da Legião de Honra. Em agosto de 1917, depois de receber a notícia da rendição e a tomada de Riga pelas tropas alemãs, o diretor do Hermitage, o conde D. I. Tolstoi, tomou a decisão de evacuação uma parte das peças do Hermitage em Moscou, onde eles foram colocados no Grande Palácio do Kremlin, no Palácio do Arsenal e no museu Histórico. Foi enviado dois trens, o terceiro devido a mudança do poder no país não teve tempo de partir. Retomar as colecções só foi possível em 1920, através dos esforços de Alexander Benois, que chefiou a Galeria de Arte Hermitage.

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